88% dos militares pedem mudança no atendimento em HOSPITAIS DAS FORÇAS ARMADAS – OFICIAL deve ou não ENTRAR NA FRENTE?

88% dos militares aprovam nossa visão sobre HOSPITAIS MILITARES. OFICIAL PODE ENTRAR NA FRENTE? Pesquisa atesta que nossas pautas de mandato estão de acordo com a vontade da FAMÍLIA MILITAR

Uma pesquisa realizada pela Revista Sociedade Militar mostra que a família militar NÃO CONCORDA com práticas adotadas em hospitais das Forças Armadas. 88% dos membros da família militar acham que a ordem de prioridade deve obedecer às regras que existem para toda a sociedade e que oficiais e seus dependentes NÃO PODERIAM furar a fila por causa de seus postos. Muitos reclamam também da existência de salas de espera diferenciadas para oficiais e seus dependentes.

Essa é uma das nossas propostas de campanha, como vereador eu poderei fiscalizar isso e outras questões e lutar para que a prioridade seja APENAS para idosos, gestantes e pessoas com dificuldade de mobilidade, que é o que determina a legislação brasileira. Como vereador eu serei um fiscal no que diz respeito à plena cidadania de meus representados e podem ter certeza que todas as instituições que funcionam dentro do município e nos dizem respeito serão fiscalizadas.

Dentro do município cumpriremos a lei. Saúde e dignidade no atendimento médico são itens importantíssimos, principalmente para quem entrega a sua vida pela pátria. Junto com nossa assessoria jurídica levantamos uma série de questões relacionadas aos militares federais e estaduais que podem ser mudados por meio da ação de um vereador. Não se trata de lutar por privilégios, se trata apenas de lutar para que a lei seja cumprida.

Olhem para os policiais vereadores, alguns diziam que eles não teriam sob sua alçada as instituições da POLÍCIA MILITAR, que são estaduais. Mas não é assim, vemos que eles têm tomado a frente e lutado por melhor qualidade de vida para a sua tropa. Como disse acima, tudo que funciona dentro do município pode ser fiscalizado pelo VEREADOR.

A inviolabilidade do vereador está vinculada ao exercício do seu mandato e com isso o mesmo está garantido contra qualquer ameaça judicial em decorrência de suas opiniões, palavras e votos, no exercício de seu mandato dentro de seu município.

Em hospitais como o Hospital Naval Marcílio Dias chega-se ao cúmulo de haver banheiros diferenciados para oficiais e praças, qual é o motivo disso? Qual é a diferença entre um praça e um oficial ou entre seus dependentes no que diz respeito a algo tão básico como é o uso de um banheiro? Não há explicação razoável para isso!

Claro que a precedência hierárquica é algo necessário nas Forças Armadas, assim como a disciplina. Mas, em se tratando de questões de saúde e – principalmente – de militares na reserva e familiares, não há como comprovar a necessidade de imposição de hierarquia.

Jamais concordaria com o fato da esposa de um segundo tenente, com 23 anos de idade, entrar na frente da esposa do sargento da reserva, com 59 anos de idade. Lembro ainda que a maior parte dos graduados mora em locais distantes, muitos não tem carro e acordam de madrugada para chegar nos hospitais a tempo de ser atendidos, de pegar uma senha.

Suboficial Bonifácio – candidato a vereador na cidade do Rio de Janeiro – número 10.700

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